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Conheça Algumas Cidades Fantasmas no Japão

Cidades fantasmas no Japão

“Haikyo” (廃墟) é termo japonês usado para se referir a locais abandonados. Conheça alguns locais que se tornaram cidades fantasmas no Japão.

O Japão é um país de muitos mistérios e histórias assustadoras e sendo assim, não poderia deixar de ter suas “Ghosts Cities”. A maioria das cidades fantasmas japonesas foram construídas em torno de minas, mas depois do desastre de Fukushima, dezenas de cidades localizadas nas zonas de radiação entraram para a lista de cidades fantasmas.

Anos após o desastre, milhares de moradores destas cidades continuam impedidos de voltarem para suas casas por causas dos altos níveis de contaminação radioativa. Ainda hoje é possível encontrar ruas vazias, construções danificadas e totalmente abandonadas.

Tempos depois da tragédia, o Google Street View disponibilizou imagens de algumas cidades japonesas como Namie e Ōkuma. Através desse recurso, os internautas conseguiam fazer um tour pelas cidades fantasmagóricas de Fukushima, como você pode ver no vídeo abaixo:

Nesse outro vídeo, você pode ver algumas imagens de Fukushima, 8 anos após o desastre.

Outras cidades fantasmas no Japão

É estranho que um país tão pequeno como o Japão se dê ao luxo de ter tantas cidades abandonadas, mas a verdade é que elas existem sim. A maioria destas cidades foram formadas por pessoas que foram atraídas até elas por meio de ofertas de empregos. Porém, com a redução de trabalho, as famílias foram abandonando as cidades.

Estes locais abandonados no Japão são chamados de Haikyo e acredite não são poucos estes locais na terra do sol nascente. Por causa da rápida industrialização do país, após a Segunda Guerra Mundial, terremotos ou tsunami, muitas áreas, cidades ou até mesmo ilhas foram abandonados por sua população. Confira algumas delas abaixo:

1. Ashio Dozan, Tochigi

Ashiodozan, na província de Tochigi foi uma importante cidade mineira de onde era extraído cobre durante quase 400 anos.

Quando estava no auge as minas de Ashiodozan forneciam mais de um terço de toda a oferta de cobre do Japão, porém acabou sendo desativada por causa dos danos ambientais causados pelo envenenamento por ácido sulfúrico que matou toda a vegetação ao redor.

Há mais de 40 anos, a cidade chegou a ater 39 mil habitantes mas depois que a fábrica foi fechada, a cidade foi sendo abandonada aos poucos. Hoje, restaram apenas as instalações da fábrica, a estação de trem, um templo, uma escola e um pequeno prédio de apartamentos de madeira que dizem ser assombrado.

2. Osarizawa, Akita

Esta é outra cidade mineradora de cobre e ouro que teve grande destaque há mais de 1.300 anos atrás, mas que hoje também tornou-se uma cidade fantasma. A última instalação fechou em 1978 e agora o local é de propriedade da Mitsubishi, que aproveitando a oportunidade de “faturar algum”, cobra 1.000 ienes dos visitantes que querem conhecer o Haikyo.

3. Matsuo, Iwate

Matsuo, província de Iwate já foi a maior mina de enxofre no Japão. Hoje em dia vendo os blocos de concreto abandonados no meio do nada, é difícil imaginar que 15 mil pessoas moraram lá. A cidade era conhecida como o “paraíso acima das nuvens” devido à grande névoa que envolve as construções da região.

A mina de Matsuo foi inaugurado em 1914 e fechado em 1969 e dizem as “más línguas” que a cidade é assombrada. De fato, muitas pessoas acham estranho e assustadora esta grande neblina que é capaz de esconder dos olhos curiosos todas as ruínas sinistras da cidade.

4. Nichitsu, Saitama

A cidade de Nichitsu, província de Saitama nasceu por causa de suas minas de ouro, ferro e zinco. Em 1937, as minas foram comprados pela empresa “Nichitsu Corporation”, dando origem ao nome da cidade. Por volta de 1978, os trabalhadores e suas famílias começaram a abandonar o local, pois as minas foram esgotando e não eram mais rentáveis ​​como antes.

A cidade ficou completamente abandonada e ganhou um aspecto muito sinistro. Pra quem gosta de explorar Haikyo, Nichitsu é, com toda certeza, um prato cheio pois há muitas casas, residências de funcionários, armazéns que foram usados para armazenar ferramentas das minas, supermercado, sento (banho público) e até mesmo um teatro e um hospital.

Me parece ser um pouco assustador andar em um local, cuja impressão é a de que os moradores foram embora da noite para o dia, deixando pra trás todos os pertences. 🙁 O porque, ninguém sabe, mas que é estranho isso é sem dúvidas nenhuma.

5. Taro, Iwate

A cidade mineira de Taro é outro local que se transformou em Haikyo por razões misteriosas. Pra quem gosta de explorar Haikyo é um prato cheio (e olha que tem muita gente que gosta), pois há muitas estruturas antigas tomadas por ervas daninhas e pelo mato que cresce em volta.

A antiga fábrica da mina se transformou em um laboratório de raios cósmicos usada uma universidade próxima (com piscinas coloridas enterrados com fios), um túnel muito escuro e uma antiga sala de reuniões. Nem dá pra imaginar que mais de 5 mil pessoas viviam ali e a cidade tinha até seu próprio centro comunitário e uma boa infraestrutura para a população.

6. Gunkanjima, Nagasaki

Hashima, em Nagasaki Ken é uma ilha que foi comprada pela Mitsubishi em 1890, com o objetivo de explorar o carvão da região. Devido à sua forma, a ilha ganhou o apelido de Gunkanjima que se traduz como “navio de guerra”.

Em 1959 chegou a ter 85.500 habitantes por km² em toda a ilha, e 135 mil habitantes por km² na área mais densamente povoada da ilha, que é uma das maiores densidades populacionais já registrados na história da humanidade.

Foram construídos escola, apartamentos, cinemas, galerias, cassinos, piscinas, supermercados, tudo para atender a população de Gunkanjima. Porém, por volta de 1974, a Mitsubishi anunciou oficialmente o fechamento da mina e a partir de 1975 ninguém mais vivia na ilha.

Estranhamente, a área mais densamente povoada do mundo de uma hora para outra tornou-se totalmente desabitada. Se quiser saber mais sobre Gunkanjima, clique aqui .

E aí? O que achou dessas cidades fantasmas no Japão? Existem muitos outros locais abandonados no país, que acabaram entrando para a lista de Haikyo como parques de diversões , hotéis, hospitais, etc. Mas esses ficarão para outra matéria! 😉

Fontes de Pesquisa: ITV , Michael John Grist , Cracked Imagem do topo: Osarizawa, Akita (Wikimedia Commons)

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Ginzan Onsen

12 Comentários

Realmente é impressionante que o Japão mesmo sendo um país pequeno tenha bastante cidades fantasmas, lembra cenários de filmes e jogos. Também é notável que não há moradores de rua que se apropriam delas. Abraços!

q vontade de ir olhar passa por la uuuuuuuu ja vi pelo google earth mas não teve graça nossa olhando os posts mais antigos seus vi o dos hikikomoris da uma pena ne

Muito legal o post! Não sabia que haviam tantos lugares assim no Japão. Me lembrou de um vídeo do Otanippon de um prédio abandonado. Parte 1 : http://m.youtube.com/watch?v=GdOUL7NbNto Parte 2: http://m.youtube.com/watch?v=9b_rgFgZfGI

Oi Pessoal! Obrigada pelo comentário de vocês. Em breve farei uma matéria com mais Haikyos famosos do Japão. Rodrigo, obrigada por compartilhar os vídeos do Otanippon com o prédio abandonado. Assustador né, ainda mais que os apartamentos ainda estão repletos de móveis e coisas dos antigos moradores. Por que será que foram embora deixando as coisas pra trás né? Abraços!

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você sabe dizer quantas cidades são no total abandonadas (Haikyo) no japão? bjs

oi japão em foco tem previsão para mais “haikyos” de cidades abandonadas. bjs

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cidade fantasma japao

Casa e Jardim

Hashima: conheça a ilha mais assustadora do japão, localizada na província de nagasaki, a desabitada e esquecida ilha hashima carrega uma fusão de mistério, pavor e fascínio.

  • Por Bruna Cezario

A desabitada e esquecida Ilha Hashima carrega uma fusão de mistério, pavor e fascínio (Foto: Por Hisagi (氷鷺) / Wikimedia Commons / Wikipedia)

A desabitada e esquecida Ilha Hashima carrega uma fusão de mistério, pavor e fascínio (Foto: Por Hisagi (氷鷺) / Wikimedia Commons / Wikipedia)

Uma ilha fantasma e abandonada localizada no Japão  já foi, outrora, uma mina de carvão bastante movimentada. Hoje, a ilha deserta tornou-se uma cidade  fantasma, que abriga apenas espíritos perdidos – reza a lenda. Muitas pessoas relatam que neste lugar, é possível ouvir sussurros e murmúrios, porém, não é possível ver de onde eles vêm. 

Hashima, comumente chamada de Gunkanjima, é um lugar totalmente abandonado no sul do Japão. (Foto: JordyMeow/ Pixabay/ CreativeCommons)

Hashima, comumente chamada de 'Gunkanjima', é um lugar totalmente abandonado no sul do Japão (Foto: JordyMeow / Pixabay / CreativeCommons)

Trata-se da de Hashima , comumente também chamada de  Gunkanjima , é um lugar totalmente abandonado no sul do Japão.

A mineração industrial em Hashima começou no final dos anos 1800. Em 1890, durante a industrialização do Japão, a Mitsubishi Corporation comprou a ilha e começou o projeto de extração de carvão em minas submarítimas, contratando milhares de trabalhadores.

Vista aérea da ilha (Foto: Flickr / kntrty / CreativeCommons)

Vista aérea da ilha (Foto: Flickr / kntrty / CreativeCommons)

Na década de 1950, auge da cidade, mais de 5.000 japoneses moravam na pequena ilha. Porém, a partir dos anos 1960, com a progressiva substituição do carvão pelo petróleo  como matriz energética  japonesa, muitas minas começaram a serem fechadas, levando à decadência do local.

Segundo visitantes, ainda é possível ver muitos vestígios deixados pelos moradores. Isso, dá um aspecto ainda mais sobrenatural à ilha. (Foto: Pxhere/ CreativeCommons)

Segundo visitantes, ainda é possível ver muitos vestígios deixados pelos moradores. Isso dá um aspecto ainda mais sobrenatural à ilha (Foto: Pxhere / CreativeCommons)

Em abril de 1974, a Mitsubishi anunciou oficialmente a desativação da mina e a evacuação total do local. Assim, os residentes tiveram que deixar a ilha deixando muitos dos seus pertences para trás. Com isso, ela ficou “fechada” por quase 40 anos, até que o governo japonês reabrisse as visitações ao espaço – já então apelidado de “fantasma” por seu aspecto abandonado .

No ano de 2012, a ilha chegou a ser cenário do filme “ 007 – Operação Skyfall ”. Até hoje, a ilha não possui nenhum habitante, causando desconforto com suas estruturas realmente fantasmagóricas. Por seu passado e características singulares, foi protocolado na década passada um pedido oficial para transformar a ilha em Patrimônio Mundial da Humanidade curado pela UNESCO .

Segundo visitantes, ainda é possível ver muitos vestígios deixados pelos moradores . Isso, dá um aspecto ainda mais sobrenatural à ilha. Mas se você não tem coragem ou possibilidade de visitar pessoalmente e ficou curioso para ver mais, o Google Street View permite uma experiência pelo local , de forma remota e sem fantasmas, a princípio. Abaixo, um vídeo mostrando o tour on-line :

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A misteriosa cidade fantasma na Ilha Hashima, Japão.

Outrora o lugar mais densamente povoado do mundo, a ilha de hashima, no japão, é agora um lugar abandonado que dá arrepios na espinha.

Entre os lugares mais inusitados e abandonados do mundo, a Ilha Hashima não deve ser superada. Como é que uma cidade dinâmica se tornou tão deserta? No espaço de 40 anos, os habitantes abandonaram completamente o lugar, deixando a vegetação para recuperar os seus direitos e tempo para trabalhar lenta mas seguramente.

No momento da emancipação

No início do século XIX, a Ilha Hashima, também conhecida no Japão como Gunkanjima, era uma pequena ilha ainda desabitada. No final do século XIX, a Mitsubishi comprou a ilha e decidiu estabelecer ali a sua força de trabalho, incluindo os mineiros encarregados da extracção do carvão.

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Até a década de 1930, a Ilha Hashima prosperou e cresceu nas proporções que tem hoje, tornando-se uma ilha semi-artificial.

A prosperidade continuou a crescer até aos anos 50 e 60, quando mais de 5.000 pessoas viviam permanentemente na ilha, uma área equivalente a 6,3 hectares, tornando-se num dos locais mais densamente povoados, com 83.500 habitantes/km².

cidade fantasma japao

Mas os anos 70 soaram o toque de morte para a ilha e a época de declínio começou inexoravelmente: diante dos choques petrolíferos e do declínio do carvão, a ilha foi sendo gradualmente abandonada para ser completamente abandonada em 1974.

Proibida ao público até ao final dos anos 2000, reabre as suas portas após a realização de grandes trabalhos de desenvolvimento.

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Uma impressionante cidade abandonada

A ilha, que se assemelha a um navio de guerra japonês dos anos, daí o seu apelido "Gunkanjima" (Battleship Island), faz lembrar os restos de uma antiga batalha urbana e não uma verdadeira máquina de guerra.

480 metros de comprimento e 160 metros de largura, a ilha fantasma de Hashima, a 15 km da cidade de Nagasaki, abriga agora os restos dos primeiros grandes edifícios de todo o tipo do Japão.

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O visitante que vai a Hashima tem a impressão de que os Quatro Cavaleiros do Apocalipse passaram por ali: abandonados aos elementos, especialmente à passagem dos vários tufões que cruzam a Baía de Nagasaki, a ilha deixa uma imagem de desolação que é ao mesmo tempo terrível e bela.

Não é coincidência que o cinema tenha tomado conta deste lugar perdido para fazer dele o pano de fundo de um dos seus filmes mais famosos, o "Skyfall" de James Bond. Foi nesta ilha que o rival do Agente 007 ergueu o seu covil secreto.

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A Ilha Hashima é o cenário natural perfeito para filmes de catástrofe, e é agora um destino popular para os utilizadores da Internet: o Google Street View permite-lhe vaguear por esta cidade fantasma a partir do seu sofá.

Como visitar a Ilha Hashima?

Em 2011, 300.000 pessoas seguiram a visita guiada à ilha, que se limita a um percurso especialmente concebido para o efeito. Este passeio dura cerca de 3 horas (incluindo 1 hora na ilha) e várias agências de turismo em Nagasaki oferecem-no. O eléctrico de Ohato e Ourakaikandori pára na linha 1, leva ao Terminal Marítimo do Porto de Nagasaki e ao Terminal de Tokiwa, de onde se pode sair para visitar a ilha.

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Fotos macabras das cidades fantasmas de Fukushima

Anos após uma catástrofe natural e colapso nuclear, um lugar outrora fértil está abandonado..

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Faz mais de seis anos que um tsunami causado por um terremoto na costa leste do Japão atingiu a usina nuclear de Fukushima Daiichi.

A onda desencadeou o maior desastre nuclear desde Chernobyl. E a terra continua contaminada.

A Prefeitura de Fukushima, uma vez conhecida por sua fertilidade, está agora repleta de grandes sacos pretos contendo solo radioativo, matéria orgânica e pedra. As terras agrícolas foram eliminadas a fim de tornar a área habitável novamente para as famílias que viveram aqui durante séculos.

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Tomioka foi evacuada há anos. Edifícios danificados pelo tsunami ainda estão em pé, carros esmagados como latas de refrigerante estão empilhados e máquinas de venda automática levadas pelo tsunami ainda não foram retiradas. Montes de sacos cheios de solo radioativo podem ser vistos no fundo.

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Esta estrada madeireira em Iitate-mura está sendo descontaminada. Muitos especialistas temem que a floresta, que pode capturar isótopos radioativos, represente uma ameaça de recontaminação.

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Aqui, em Iitate-mura, um local de armazenamento temporário de material contaminado está começando a parecer permanente.

As instalações de armazenamento semipermanentes nas proximidades de Futaba e Okuma irão eventualmente cobrir 16 quilômetros quadrados, e os resíduos radioativos serão armazenados por até 30 anos enquanto um local permanente é encontrado. No entanto poucos moradores de distritos irradiados acreditam que os resíduos serão realmente removidos.

Os sacos contaminados vistos aqui serão cercados por sacos de solo não contaminado. O revestimento impermeável, visto distante à esquerda, protege o lixo de chuvas. Muitos querem saber qual o efeito que 30 anos de Sol, chuva e neve terá na integridade do material. Uma cerca será instalada mais tarde para afastar transeuntes.

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Futaba, a aldeia mais próxima da planta, permanece muito radioativa para que seres humanos vivam lá. Espera-se que fique assim por muito tempo. Funcionários estimam que a dose anual de radiação para os residentes seria de 50 milisieverts por ano. De acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica, a dose média anual de radiação de fontes naturais é de 2,4 milisieverts. Atividades médicas, comerciais e industriais podem duplicar esse valor.

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Um monitor de radiação ao ar livre em Iitate-mura capta radiação cinco vezes mais alta que o nível ambiente normal no Japão.

Monitores como este são uma visão comum em toda a Prefeitura de Fukushima, onde a precipitação radioativa caiu após explosões na usina.

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Trabalhadores começam a descontaminação de campos dentro da zona original de 20 quilômetros sem entrada em torno da planta, que agora é acessível para os trabalhadores, mas ainda muito radioativo para que as pessoas vivam nas proximidades.

Cinco anos depois, o trabalho de descontaminação parece interminável.

Publicada em 10 de Março de 2016.

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Há 35 anos, explodia o reator número 4 da estação nuclear de Chernobyl, localizada no norte da Ucrânia, então parte da União Soviética. Enquanto os bombeiros tentavam conter o fogo que tomava conta da usina, uma nuvem de material radioativo se alastrava pela atmosfera. O episódio se tornaria o pior desastre nuclear de todos os tempos.

O número de vítimas ainda é incerto. Dados oficiais reconhecem apenas 31 mortos pelo incidente, ao passo que o último relatório feito pela Organização Mundial da Saúde indica que 4 mil pessoas morreram devido à alta exposição. Além disso, a entidade alerta para os óbitos a longo prazo, em decorrência de doenças ligadas à radiação, como o câncer.

Outros países chegaram a identificar elevados níveis de material radioativo em seus territórios após a catástrofe. O município vizinho à região da usina, Pripyat, foi evacuado, diante do alto risco de contaminação dos moradores. Abandonado desde então, o local só será habitável daqui pelo menos 20 mil anos, apontam os cientistas.

Dessa forma, Pripyat configura o que chamamos de cidade fantasma. Seja por desastres naturais, crises políticas e econômicas ou ações humanas, há ao redor do mundo uma série de paisagens despovoadas e consumidas pelo tempo, as quais atraem turistas e inspiram a literatura e o cinema. A TV Cultura selecionou outras 5 cidades que foram deixadas para trás para você conhecer. Confira a lista a seguir!

Leia também: Webstory: Conheça a história de seis cidades fantasmas

Centralia , Estados Unidos

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Situada no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, Centralia se viu abandonada alguns anos após seu subsolo começar a pegar fogo, em maio de 1962. Pesquisadores que estudam a área acreditam que o incêndio tenha sido provocado pela queima de lixo em um aterro da cidade. A chama teria atingido uma mina de carvão e se alastrado pelas passagens subterrâneas do município.

Buracos e fendas começaram a surgir nas ruas, liberando gases tóxicos. Por precaução, a região precisou ser desocupada pelas autoridades. Poucos habitantes insistiram em permanecer em suas casas. O fogo segue ardendo no subsolo de Centralia desde então, e a estimativa é que ele perdure por mais 500 anos.

Hashima, Japão

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Próxima à costa de Nagasaki, a ilha de Hashima passou a ser explorada em 1890, quando foi adquirida pela empresa Mitsubishi em razão das reservas de carvão descobertas sob o mar. Para abrigar todos os operários e suas famílias no pequeno espaço de terra, ali foram erguidos os primeiros edifícios de concreto do Japão.

Nos anos 1970, diante da preferência pelo petróleo como fonte de energia, os trabalhos na mina foram encerrados, o que levou ao abandono da ilha por parte da população. Desabitada, Hashima teve sua paisagem dominada pela vegetação e se tornou destino de turistas de todos os cantos do planeta.

Kolmanskop , Namíbia 

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Construída sobre o deserto da Namíbia no início do século XX, a cidade de Kolmanskop tão logo viveu seus anos de glória, ostentando comércios, casas, bares, hospital, teatro e até cassino para entreter os moradores. O motivo do acelerado desenvolvimento? A descoberta de diamantes na região. A riqueza mineral era tão abundante, que a cidade chegou a produzir um milhão de quilates da pedra por ano.

Diante da intensa chegada de mineradores atraídos pela rica reserva de cristais, autoridades alemãs cercaram Kolmanskop, que, na época, era colônia do país europeu. A “zona restrita” passou a abrigar somente os trabalhadores empregados por Berlim. Esgotadas as jazidas, a cidade foi deixada para trás definitivamente em 1956. Hoje, a areia do deserto cobre e preenche as construções abandonadas.

Oradour-sur-Glane , França

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Em um único dia, a pequena vila de Oradour-sur-Glane, localizada no sudoeste da França, perdeu seus 642 moradores. No ano de 1944, quando a Europa ainda vivenciava a Segunda Guerra Mundial, o lugarejo foi tomado pelas tropas alemãs. Mulheres, homens, crianças e bebês foram massacrados na ocasião.

Após a matança, os soldados ainda atearam fogo nas construções de Oradour-sur-Glane. Arruinado, o local transformou-se em uma vila memorial a mando de Charles de Gaulle, presidente do país na época. A região é hoje um ponto turístico que atrai cerca de 30 mil viajantes todos os anos.

Pompeia, Itália

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Talvez a cidade fantasma mais conhecida hoje, Pompeia se viu completamente destruída quando o vulcão Vesúvio entrou em erupção em 79 d.C., invadindo as edificações do local e soterrando quase toda a população que ali vivia. Esquecida por mais de 1500 anos, o antigo centro urbano foi redescoberto no final do século XVIII.

Ao escavarem a região, cientistas encontraram não só as ruínas da cidade romana, mas também os corpos petrificados dos habitantes que não conseguiram escapar da lava. Como uma espécie de museu a céu aberto, Pompeia recebe mais de 3 milhões de visitantes por ano. O sítio arqueológico passou a integrar a lista de patrimônios da humanidade da Unesco em 1997.

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A difícil reconstrução de cidades fantasmas em Fukushima

Masakazu Daibo reabriu o restaurante de enguias de sua família em Namie, uma pequena cidade do nordeste do Japão, evacuada após a catástrofe nuclear de Fukushima, em março de 2011. Mas por enquanto tem apenas vizinhos. O restaurante continua cercado de prédios abandonados, cobertos por ervas daninhas, no antigo centro de Namie, bem ao lado da estação ferroviária. Dez anos depois do terremoto submarino que originou um tsunami que provocou, por sua vez, o pior acidente nuclear do mundo desde Chernobyl, as cidades que enfrentam a ameaça da radiação se perguntam: como reconstruir uma comunidade? Nos meses que se seguiram à catástrofe foi proibido o acesso a até 12% do departamento de Fukushima, ou seja, mais de 1.650 km2. Até 165.000 habitantes acabaram deslocados por obrigação ou escolha. As autoridades declararam muitas regiões como seguras após as operações de descontaminação realizadas nos últimos anos. Mas muitos dos deslocados de Fukushima hesitam em voltar, apesar dos incentivos financeiros do Estado e dos aluguéis baratos. Masakazu Daibo se atreveu a dar o passo no ano passado para se ocupar do restaurante que seu avô tinha em Namie antes da catástrofe, a cerca de 9 km da usina nuclear acidentada. - Cães errantes, vacas e porcos - Namie e outras 11 cidades vizinhas faziam parte de uma zona de exclusão ao redor da usina nuclear, acessível apenas para visitas breves durante anos. "Não havia ninguém, mas a cidade permanecia. Era como um cenário de filme", conta à AFP Daibo, de 65 anos. "Só via cães de rua, vacas e porcos". Por causa da radiação, foi preciso derrubar as paredes e Masakazu Daibo teve que jogar fora tudo o que havia no interior. Agora, espera que seus clientes recuperem, graças a ele, o "sabor de antigamente". "Espero que a minha presença seja um raio de sol para esta cidade". As restrições foram suspensas para a quinta parte do território de Namie, cuja população atual (de 1.580 habitantes) representa apenas 7,5% da de antes de março de 2011. Cerca de 36% dos moradores têm 65 anos ou mais, em comparação com 29% da média nacional. Os colégios do município têm apenas 30 alunos, contra os 1.800 de dez anos atrás. O Japão sofre um forte processo de envelhecimento demográfico, mas no caso de Namie "é como se o futuro em 20 anos tivesse chegado de uma vez", explica Takanori Matsumoto, um funcionário municipal. "Nosso principal desafio é sobreviver como comunidade", admite. Cerca de 337 km2, isto é, 2,4% da superfície do departamento de Fukushima, continuam inabitáveis atualmente e a população de "deslocados" diminuiu para 36.000 pessoas, segundo cifras oficiais que muitos consideram subestimadas. O governo não fixou uma data para a suspensão das ordens de evacuação restantes, e persistem dúvidas sobre a duração do desmantelamento da usina de Fukushima Daiichi, que se acredita que possa durar 30 ou 40 anos. Por enquanto, só foram limpos 15% da zona de descontaminação delimitada pelo governo, denunciou a organização ambientalista Greenpeace em um relatório publicado na semana passada, baseando-se em suas próprias medições de radiação. - "Ninguém abre a porta" - "Se estivesse sozinha, voltaria", garante Megumi Okada, uma mãe que deixou Fukushima depois da catástrofe, embora não morasse em uma zona de evacuação. "Mas como mãe, sinto que quero evitar riscos para meus filhos", acrescenta Okada, que agora mora em Tóquio. A volta às vezes deixa um sabor amargo. Takao Kohata, de 83 anos, voltou a Minamisoma, ao norte da usina acidentada, mas os pais de seus quatro netos não lhes permitem visitá-lo por medo da radiação. "Entendo perfeitamente suas preocupações, mas me sinto um pouco triste e sozinho", confessa à AFP. Masaru Kumakawa, também de 83 anos, voltou a Namie há três anos, embora tenha sido o local onde perdeu a esposa no tsunami de 2011. Ele dirige uma associação para restabelecer os vínculos entre os moradores, mas enfrenta dificuldades para criar laços com seus novos vizinhos. "Viveram como evacuados por tempo demais", diz. "Você bate na porta, mas ninguém abre".

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Google Street View permite conhecer ilha fantasma no Japão. Veja!

Quem pensa que cidades fantasmas só existem na ficção está muito enganado e nunca ouviu falar da Ilha Hashima , no Japão, uma ilha abandonada no meio do oceano e cheia de lendas. O nome é peculiar e tem atraído muitos visitantes corajosos que não têm medo de fazer uma visitinha.

cidade fantasma ilha japão

Ilha Hashima: a cidade fantasma japonesa

Essa cidade, localizada em uma ilha na província de Nagasaki , foi construída pela Mitsubishi em 1890 como parte de um ambicioso projeto, um espaço exclusivo para a extração de carvão submarino para a fábrica da montadora. A ideia era alojar todos os operários no local, que chegou ao ápice de ter mais de 5000 moradores.

A ideia, porém, não resistiu à ascensão do petróleo. Na década de 60, começou a entrar em decadência, com o abandono de muitas pessoas, até tornar-se totalmente vazia e com visual assombroso. Em 1974, as atividades foram oficialmente encerradas e a Ilha Hashima deserta.

ilha cidade fantasma

Só a partir do final da década de 2000 as autoridades japonesas voltaram sua atenção à ilha fantasma. O acesso do local com a cidade mais próxima foi restabelecido, fato que levou muitas pessoas a visitarem para conhecer mais sobre a história do lugar. Muitas lendas também ganharam força, sobretudo o fato de ser realmente habitada por espíritos.

Mas, com o mapeamento feito pelo Google Street View , ficou fácil conhecer a cidade fantasma. Pela internet dá para fazer um tour completo, analisando toda a sua arquitetura e características. Tanto sucesso rendeu até inspiração para a produção do filme 007 – Operação Skyfall (2012), fato que deixou a Ilha Hashima ainda mais popular.

Veja mais fotos!

ilha hashima

Referência: Hypeness

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A difícil reconstrução de cidades fantasmas em fukushima.

Getty Images

09/03/2021 09h38

Masakazu Daibo reabriu o restaurante de enguias de sua família em Namie, uma pequena cidade do nordeste do Japão, evacuada após a catástrofe nuclear de Fukushima, em março de 2011. Mas por enquanto tem apenas vizinhos.

O restaurante continua cercado de prédios abandonados, cobertos por ervas daninhas, no antigo centro de Namie, bem ao lado da estação ferroviária.

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Cervos criam cenário fascinante ao tomarem área com cerejeiras no Japão

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Como no filme "O Terminal", jovem vive limbo migratório no Japão

Dez anos depois do terremoto submarino que originou um tsunami que provocou, por sua vez, o pior acidente nuclear do mundo desde Chernobyl, as cidades que enfrentam a ameaça da radiação se perguntam: como reconstruir uma comunidade?

Nos meses que se seguiram à catástrofe foi proibido o acesso a até 12% do departamento de Fukushima, ou seja, mais de 1.650 km². Até 165.000 habitantes acabaram deslocados por obrigação ou escolha.

As autoridades declararam muitas regiões como seguras após as operações de descontaminação realizadas nos últimos anos.

Mas muitos dos deslocados de Fukushima hesitam em voltar, apesar dos incentivos financeiros do Estado e dos aluguéis baratos.

Masakazu Daibo se atreveu a dar o passo no ano passado para se ocupar do restaurante que seu avô tinha em Namie antes da catástrofe, a cerca de 9 km da usina nuclear acidentada.

Cães errantes, vacas e porcos

Namie e outras 11 cidades vizinhas faziam parte de uma zona de exclusão ao redor da usina nuclear, acessível apenas para visitas breves durante anos.

"Não havia ninguém, mas a cidade permanecia. Era como um cenário de filme ", conta à AFP Daibo, de 65 anos. "Só via cães de rua, vacas e porcos".

Por causa da radiação, foi preciso derrubar as paredes e Masakazu Daibo teve que jogar fora tudo o que havia no interior.

Agora, espera que seus clientes recuperem, graças a ele, o "sabor de antigamente". "Espero que a minha presença seja um raio de sol para esta cidade".

As restrições foram suspensas para a quinta parte do território de Namie, cuja população atual (de 1.580 habitantes) representa apenas 7,5% da de antes de março de 2011.

Cerca de 36% dos moradores têm 65 anos ou mais, em comparação com 29% da média nacional. Os colégios do município têm apenas 30 alunos, contra os 1.800 de dez anos atrás.

O Japão sofre um forte processo de envelhecimento demográfico, mas no caso de Namie "é como se o futuro em 20 anos tivesse chegado de uma vez", explica Takanori Matsumoto, um funcionário municipal.

"Nosso principal desafio é sobreviver como comunidade", admite.

Cerca de 337 km², isto é, 2,4% da superfície do departamento de Fukushima, continuam inabitáveis atualmente e a população de "deslocados" diminuiu para 36.000 pessoas, segundo cifras oficiais que muitos consideram subestimadas.

O governo não fixou uma data para a suspensão das ordens de evacuação restantes, e persistem dúvidas sobre a duração do desmantelamento da usina de Fukushima Daiichi, que se acredita que possa durar 30 ou 40 anos.

Por enquanto, só foram limpos 15% da zona de descontaminação delimitada pelo governo, denunciou a organização ambientalista Greenpeace em um relatório publicado na semana passada, baseando-se em suas próprias medições de radiação.

"Ninguém abre a porta"

"Se estivesse sozinha, voltaria", garante Megumi Okada, uma mãe que deixou Fukushima depois da catástrofe, embora não morasse em uma zona de evacuação.

"Mas como mãe, sinto que quero evitar riscos para meus filhos", acrescenta Okada, que agora mora em Tóquio.

A volta às vezes deixa um sabor amargo. Takao Kohata, de 83 anos, voltou a Minamisoma, ao norte da usina acidentada, mas os pais de seus quatro netos não lhes permitem visitá-lo por medo da radiação.

"Entendo perfeitamente suas preocupações, mas me sinto um pouco triste e sozinho", confessa à AFP.

Masaru Kumakawa, também de 83 anos, voltou a Namie há três anos, embora tenha sido o local onde perdeu a esposa no tsunami de 2011.

Ele dirige uma associação para restabelecer os vínculos entre os moradores, mas enfrenta dificuldades para criar laços com seus novos vizinhos.

"Viveram como evacuados por tempo demais", diz. "Você bate na porta, mas ninguém abre".

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Próxima à cidade de Nagasaki, a região tem um passado curioso e é repleta de construções abandonadas no oceano

André Nogueira Publicado em 12/02/2021, às 18h00

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Existe um local no Japão apelidado de ilha "fantasma". Trata-se da de Hashima, um local totalmente abandonad no sul do país, uma entre as mais de 500 ilhas não habitadas de Nagasaki .

O local é pequeno e, através de uma simples imagem aérea, é possível ver toda a ilha, que causa espanto com suas construções antigas de concreto com ar mórbido. Antigamente, até os anos 1970, o local era habitado por trabalhadores de uma mina de carvão.

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Abandonada no oceano, também chamada de Gunkanjima, era uma propriedade privada da Mitsubishi desde 1890, quando começaram as extrações das minas submarinas. A capacidade de produção no local era tão relevante, que o primeiro edifício de concreto em larga escala do país foi construído em 1916. Era uma locação para trabalhadores.

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Na década de 1950, auge da cidade, mais de cinco mil japoneses moravam na pequena ilha. Porém, a partir dos anos 1960, com a progressiva substituição do carvão pelo petróleo como matriz energética japonesa, muitas minas começaram a serem fechadas, levando à decadência do local.

Em 1974, então, foi anunciado o abandono dos projetos de mineração em Hashima, que foi rapidamente evacuada pela Mitsubishi. Desde então, o local entrou para a História com a fama de fantasma, que, por muito tempo, não era sequer acessível.

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Até hoje, a ilha não possui nenhum habitante, causando desconforto com suas estruturas realmente fantasmagóricas. Por seu passado e características singulares, foi protocolado na década passada um pedido oficial para transformar a ilha em Patrimônio Mundial da Humanidade curado pela UNESCO .

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As incríveis histórias de fantasmas contadas por brasileiros no Japão

País conhecido pelos filmes de terror parece fazer jus à fama. Brasileiros relatam experiências traumáticas com aparições repentinas e episódios inexplicáveis

Texto: Ana Paula Ramos/Record TV Japan Antigo túnel Honzaka em Hamamatsu, um dos locais conhecidos por aparições de fantasmas no Japão – Foto: Ana Paula Ramos/Record TV Japan

Dono de uma cultura forte relacionada ao mundo do terror, o Japão é o país da floresta do suicídio, dos túneis abandonados, templos misteriosos e produções cinematográficas horripilantes. Como se não bastasse, caçar fantasmas é quase um hobby no país.  

No verão, jovens procuram locais com rumores de assombrações em busca do frio na barriga e de experiências do além. E não é preciso fazer longas viagens para encontrar um lugar conhecido por ser mal-assombrado. Há “pontos de fantasmas” em todo o país, à disposição dos destemidos.

O interesse no assunto é tão elevado que a empresa Camping Car K.K, que gerencia um site com dicas de viagens de carro, montou um ranking dos 100 locais de fantasmas mais perigosos do Japão, que foi divulgado em junho deste ano. A lista foi montada com base em pesquisa e na quantidade de relatos de aparições.

Em primeiro lugar ficou o antigo túnel Inunaki (Kyu-Inunaki), localizado na cidade de Hisayama (Fukuoka). O túnel abandonado é tão conhecido pelas aparições fantasmagóricas que inspirou o filme de terror Inunaki-mura, dirigido por Takashi Shimizu e lançado em 2019. Uma das razões para a fama é que em 1988 aconteceu um assassinato dentro do túnel.

Um operário de 20 anos foi abordado por um grupo de cinco adolescentes enquanto voltava da fábrica para a casa, na cidade de Tagawa. Eles queriam o carro e a vítima recusou a dar. O grupo tomou o automóvel mesmo assim e fez o homem de refém, levando-o para a casa de um dos comparsas. Mais tarde, eles decidiram levar a vítima ao túnel, jogaram gasolina no corpo dele e o queimaram vivo.

Essa história aumentou os rumores em volta do túnel, que já era conhecido como um local de fantasmas. O segundo lugar do ranking ficou com outro túnel abandonado, desta vez em Kumamoto. Chamado de “Kyu-Ashikita”, o local foi palco de um acidente fatal com operários que trabalhavam em uma obra. O título de terceiro local mais assustador do país é do Templo Awashima, em Wakayama.  

O santuário é conhecido por ser um local de força feminina, onde mulheres oram e pedem por saúde. Mas assusta por empilhar mais de 20 mil bonecas. Reza a lenda de que os cabelos das bonecas crescem.

Para quem vive no Japão, nem sempre é preciso fazer uma busca proposital em um desses pontos para se deparar com algo fora do comum. Mesmo na comunidade brasileira, formada por cerca de 208 mil pessoas (segundo os dados mais recentes do Ministério da Justiça), não são raros os relatos de quem já teve uma experiência difícil de explicar.

A Record TV Japan conversou com alguns brasileiros que nunca esqueceram episódios horripilantes que passaram em suas vidas cotidianas. Confira as histórias :

Carro fantasma em Fukushima

Em fevereiro de 2015, Tarcila Borghi (39) voltava para Fukushima (província onde mora) depois de uma viagem de carro até Tóquio para buscar um cachorro que estava disponível para adoção. O marido tinha acabado de tirar a carteira e o casal foi até a capital com o filho pequeno. Eles pegaram o cão e tudo parecia em ordem, mas os problemas começaram no caminho de volta.

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“Nós sabíamos mais ou menos o caminho e a hora da chegada. Já estávamos em Fukushima, a cerca de 2 horas de casa, quando o GPS parou de funcionar. A gente passava por uma montanha, em uma estrada rodeada por abismo e pensei que devia ser normal”, contou.

Perdidos na montanha, com medo de acabar a gasolina e sem ninguém por perto para perguntar, Tarcila conta que começou a sentir medo. De repente, um carro branco apareceu na estrada em alta velocidade e parecia que ia colidir com o carro da família, mas não foi o que aconteceu.

“Ele passou por nós, como se tivesse entrado no carro. A gente gritou e quando olhamos, o carro foi passando e virou, como se tivesse seguido a estrada e sumiu. Ficamos naquele desespero. O susto foi muito grande”, relatou.

Um pouco depois do episódio, o GPS voltou a funcionar e eles chegaram na cidade. Como estavam com fome e ainda muito assustados, pararam em uma loja de conveniência no caminho para a casa.

“Nós perguntamos na loja o que tinha na montanha, estávamos muito impressionados. Aí nos falaram que tem um certo trecho em que um Honda Fit branco com uma família tinha sofrido um acidente. A gente ficou traumatizado e nunca mais voltamos lá. Ainda mais porque nós três, eu o meu marido e o meu filho, vimos ao mesmo tempo”, disse.  

Menina atropelada em Mie

Cristiane Yamada (35) vive há 19 anos no Japão e conta que já passou por várias situações marcantes, de aparições e assombrações em seu apartamento. Há cerca de um ano, a brasileira teve uma experiência aterrorizante enquanto voltava para a casa.

“Eu estava chegando de carro e na esquina do meu prédio tinha uma menina japonesa de camisa preta e shorts azul, cabelo preto até o ombro. Como eu ia virar o carro, diminui a velocidade para esperar ela passar e então ela sumiu. Comecei a procurar por todos os cantos. A pessoa que estava comigo no carro ficou perguntando o que eu estava procurando, porque não viu menina nenhuma”, contou.

Outro episódio marcante ocorreu em 2012, na cidade de Yokkaichi. Desta vez, a experiência foi com uma idosa misteriosa.

“Todos os dias na hora que eu voltava do trabalho tinha uma velhinha em pé perto do meu estacionamento. Eu sempre tomava cuidado para não atropelar. Ela tinha uma aparência agradável que não causava medo, mas do nada desaparecia”, revelou.

Cristiane começou a reparar que a idosa aparecia na mesma hora e no mesmo lugar todos os dias e pensou em abordá-la, mas a mulher desaparecia.

“Teve um dia que veio uma mulher pintar o meu cabelo em casa. Já era tarde quando ela foi embora e nos despedimos normalmente. No outro dia ela me ligou e falou que o marido tinha visto uma senhora japonesa caminhando pelo estacionamento, que ela aparecia e desaparecia do nada. Ele disse para a esposa que nunca mais ia voltar lá”, relatou.

A boneca amaldiçoada em Aichi

Valquiria Murari (55), tem quase 30 anos de Japão e nunca esqueceu uma experiência sobrenatural que vivem por volta de 1998. A brasileira chegou no país em 1993 e na época existia o famoso “lixão” duas vezes ao ano, quando muitos japoneses renovavam os móveis da casa e se desfaziam de itens domésticos em boas condições.

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Isto atraía muitos brasileiros nos pontos de descarte, para pegar móveis, eletrodomésticos e outros itens para a casa.

“A gente se reunia e mais ou menos pelas 23h saíamos rumo aos pontos do lixão, íamos em quase todos. Era aquela turma, cada um com o seu carro. E naquela época a minha filha estava com 7 anos e a febre era uma boneca e os desenhos da Sailor Moon. Minha filha era doida por uma boneca que era caríssima”, explicou.

Por sorte ou azar, em uma noite de “lixão”, a brasileira encontrou uma boneca nova, descartada ainda na caixa, de cerca de 1 metro de altura.

“A boneca era maior que a minha filha”, disse. “Eu peguei na hora porque a disputa era grande. Muita gente nesse horário. Levei para a casa e como os meus filhos já estavam dormindo quando eu voltei, tirei da caixa e coloquei em pé ao lado do sofá da sala, para fazer uma surpresa para a minha filha quando acordasse de manhã”.

A brasileira foi dormir feliz e em paz, empolgada com a ideia de presentear a filha no dia seguinte. No entanto, no meio da madrugada, um barulho a despertou.

“Era um barulho terrível, parecia que estavam destruindo a sala. Meu marido trabalhava naquela noite e eu estava sozinha com as crianças. Tive muito medo na hora porque era assustador. Esperei na cama até que parasse e me levantei com cuidado. Nem passou pela minha cabeça que fosse algo a ver com a boneca”, disse.

Valquíria passou a caminhar lentamente, olhando para os lados, como a mocinha de um filme de terror. Quando chegou na cozinha e bateu o olho na sala, enxergou a boneca arrebentada.

“Era cabeça de um lado, braços e pernas de outro. Ela estava descabelada e as roupas rasgadas. Eu quase enfartei. Fiquei sem reação, tentando entender. A boneca estava intacta, novinha dentro da caixa e de repente a vi toda arrebentada”, contou.

Impressionada com a cena, ela tratou de recolher as partes, colocou em um saco de lixo e deixou na varanda. “Eu nunca mais peguei nenhum tipo de lixo, nem móveis e nem eletrodomésticos. Nunca mais. Por fim o lixão acabou extinto, mas essa história ficou”.

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Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

Todos nós pelo menos um pouco, mas ouvimos falar de fantasmas, acumulações de energia de origem obscura e fenômenos inexplicáveis. Nosso planeta regularmente alimenta mentes curiosas, desperta o interesse por lugares e fenômenos inusitados, nos faz ir aos seus cantos mais remotos. Se você tem uma fraqueza por aqueles lugares onde a vida era uma vez, e hoje você não consegue encontrar nada vivo, se você gosta de sentir calafrios em sua própria pele por estar em lugares onde fantasmas se reúnem, e está pronto para testar pessoalmente a força de lendas locais, você vai gostar da nossa jornada de hoje. Fazendo as malas! Estamos esperando pela ilha fantasma de Gankajima (Hashima).

Nosso resumo  das 10 cidades fantasmas mais populares .

Existem muitos lugares semelhantes no planeta, mas cada um tem sua própria história. Lembre-se da cidade fantasma ucraniana chamada Pripyat, que estava deserta devido a uma terrível catástrofe, mas Gankajima não estava destinado a sobreviver a páginas tão terríveis da história. A cidade passou a ser considerada um “fantasma” não por causa de uma catástrofe ou de uma doença mortal. Simplesmente esvaziou em um instante, como se os últimos sinais de vida tivessem sido arrancados de suas paredes.

O Japão sempre esteve envolto em um véu de segredos e lendas incomuns. Este país deu ao mundo muitas descobertas maravilhosas, e a mente inquisitiva e a diligência dos japoneses há muito se tornaram padrões de qualidades humanas. Nem todos os turistas vão à Terra do Sol Nascente para aprender os meandros da cultura local e mergulhar no maravilhoso mundo das tradições das cerejeiras. Muitos chegam aos confins da Terra para, pelo menos, olhar de longe uma pequena ilha, localizada não muito longe de sua costa ocidental. Este é um pequeno mundo esquecido por Deus e pelo povo chamado Gankajima (Hashima), na história do qual não havia tão poucos pontos “brilhantes”.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

História da ilha

Se você olhar, então Gankajima e a ilha não podem ser chamados. Na verdade, este é um recife que por muito tempo foi inadequado para habitação humana e não estava na esfera de interesse do governo japonês. Ninguém prestou atenção a este pedaço de terra que se projeta acima da superfície da água até o momento em que não foram encontrados depósitos de carvão aqui.

Aconteceu em 1810. E a partir desse momento, começou um verdadeiro confronto pelo direito de possuir a ilha e todas as suas riquezas, que terminou com uma vitória impressionante para o gigante Mitsubishi. Foi esta empresa que recebeu o direito de explorar carvão na ilha, e é precisamente o seu mérito que tudo o que foi criado na ilha o seja.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

A indústria do carvão desenvolveu-se a um ritmo tremendo, exigindo cada vez mais trabalhadores. Assim, começou a construção em grande escala de edifícios residenciais para todos aqueles que trabalhavam na indústria de mineração. Acredita-se que as casas em Gankajima se tornaram muito fortes, porque o desenvolvedor queria protegê-las de um possível tsunami. O mesmo papel foi atribuído às imponentes muralhas que circundam a ilha em todo o seu perímetro. Além disso, a ilha começou a se expandir, aterros artificiais foram criados aqui e ali, e sua área, embora ligeiramente, aumentou.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

Quando a necessidade de carvão diminuiu e quase desapareceu (devido ao advento do petróleo), a população da ilha começou a diminuir gradualmente. Segundo fontes oficiais, o último habitante da cidade japonesa a deixou em 1974.

Hoje, Gankajima se assemelha a um navio que atracou na costa do Japão. Não fica a mais de 15 quilômetros de distância. Anteriormente, as opiniões de todos aqueles que olhavam para a ilha podiam cruzar-se com as vistas dos habitantes da ilha. Mas hoje, apenas as janelas vazias dos arranha-céus olham para a costa do Japão. O enorme labirinto de estruturas de concreto há muito está completamente desprovido de vida. Algumas décadas atrás, os moradores locais se gabavam orgulhosamente de sua cidade-fortaleza, que mais parecia um pequeno reino. Eles tinham tudo o que precisavam para uma vida plena, longa e feliz, e hoje poucas pessoas se lembram da ilha.

É interessante apenas para aqueles que anseiam por sensações novas e emocionantes. Milhares de turistas estão procurando uma maneira de chegar ao outro lado das paredes de concreto, caminhar pessoalmente pelas ruas antes lotadas e olhar para o apartamento de alguém.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

Hoje é impossível chegar à ilha. Para visitantes, turistas e outros ansiosos para ver com seus próprios olhos uma cidade fantasma incomum, suas portas estão bem fechadas. Mas isso não significa que você não poderá ver com pelo menos um olho tudo o que está por trás dessas paredes. Não muito tempo atrás, o filme “Royal Battle” foi lançado, muitos episódios dos quais foram filmados na ilha de Gankajima.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

Segundo a versão oficial das autoridades locais, as viagens à ilha podem ser perigosas para a vida e a saúde. Por muitos anos, enquanto o único dono da cidade era a natureza, muitos edifícios e paredes caíram em desuso, foram destruídos sob a influência de elementos naturais. Embora muitos especialistas argumentem que, ao proibir a visita à ilha, os japoneses querem proteger este lugar dos chamados “black seekers” que conseguiram causar danos irreparáveis ​​a muitos lugares do mapa-múndi onde conseguiram visitar. Afinal, não são poucos os amantes de vários tipos de raridades e exposições de lugares semelhantes no mundo. E no mercado negro, até bugigangas trazidas de uma cidade fantasma podem custar uma fortuna.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

Depois de pensar um pouco sobre as perspectivas, as autoridades japonesas decidiram tentar organizar excursões turísticas à ilha. Até agora, isso só é possível em pequenos grupos e apenas na parte da ilha que foi especialmente restaurada. Os planos dos funcionários geralmente incluem a ideia de transformar a ilha em um museu de pleno direito que contaria sobre a vida e a vida dos mineiros japoneses do século passado. Mas a implementação de tais ideias exige investimentos financeiros consideráveis, pois quase todos os prédios da cidade estão em estado crítico.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

Para obter permissão oficial para visitar a ilha, você terá que negociar com as autoridades locais de Nagasaki. Mas as viagens ilegais podem ser preocupantes. Não será possível chegar à ilha despercebido, e todos que forem pegos pela polícia enfrentarão uma multa considerável e privação de visto.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

Quem pisa pela primeira vez na ilha sente uma certa tensão na atmosfera local. Parece que os muitos milhares da população da cidade simplesmente desapareceram da noite para o dia. As pessoas desapareceram, mas o espírito e os vestígios da sua permanência ficaram para sempre atrás dos altos muros da cidade. Se um dia você conseguir se tornar membro de um grupo expedicionário, de alguma forma entrar em uma cidade fantasma, acredite, você poderá experimentar uma sensação indescritível. Imagine, você tocará pessoalmente a história, poderá sentir seu hálito secular, tornar-se o orgulhoso proprietário de fotografias raras e únicas. Talvez em breve todo turista tenha uma oportunidade tão única, e a cidade fantasma seja adicionada à lista de lugares do planeta recomendados para visitar.

Cidade fantasma de Gankajima (Hashima) no Japão: foto, descrição, mapa

Como chegar lá

A rota mais fácil para chegar rapidamente à ilha fantasma de Gankajima é de avião para a capital Tóquio, de onde para a cidade de Nagasaki. Em seguida, você terá que transferir para um carro e percorrer cerca de 20 km do caminho estritamente para o sul, até o local da costa mais próximo da ilha. O resto do caminho só pode ser feito de barco.

Gankajima (Hashima) no mapa

Também recomendo estudar informações úteis sobre os pontos turísticos mais interessantes do Japão .

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Como é viver em 'cidade-fantasma' que China construiu na Malásia

Condomínio de edifícios

Crédito, Getty

Forest City deveria abrigar um milhão de pessoas - mas apenas algumas de suas unidades estão ocupadas.

  • Author, Nick Marsh
  • Role, BBC News
  • 5 dezembro 2023

"Consegui escapar deste lugar", ri Nazmi Hanafiah, um pouco nervoso.

Há um ano, o engenheiro de TI de 30 anos mudou-se para Forest City, um amplo complexo habitacional construído pela China em Johor, no extremo sul da Malásia. Ele alugou um apartamento de um quarto em um prédio com vista para o mar.

Depois de seis meses, ele estava farto. Ele não queria continuar vivendo no que chama de " cidade-fantasma ".

"Eu não me importava com meu pagamento, não me importava com o dinheiro. Eu só preciso sair", disse ele. Tínhamos combinado de nos encontrar no mesmo prédio onde ele morava.

  • Kowloon, a cidade murada que virou o lugar mais populoso do mundo no final do século 20
  • Mães 'casamenteiras' encontram um insuspeito aliado na China: o Partido Comunista
  • China e Índia devem ser indenizadas por danos climáticos ou pagar por eles?

"Estou ficando arrepiado só de voltar", disse ele. "É solitário por aqui - é só você e seus pensamentos."

  • Por que a China está construindo buraco de 11 km de profundidade
  • Falso Desenrola, Pix 'fantasma' – o que fez os golpes terem quadruplicado no Brasil?
  • Por que deflação na China preocupa o mundo
  • Por que mais de 1,6 milhão de carros elétricos da Tesla terão de passar por 'recall' na China

Fim do Matérias recomendadas

A maior incorporadora imobiliária da China, Country Garden, entregou Forest City – um megaprojeto de US$ 100 bilhões (R$ 493 bilhões) no âmbito da Iniciativa Cinturão e Rota – em 2016.

Na altura, o boom imobiliário chinês estava em pleno fluxo. As incorporadoras estavam emprestando somas colossais de dinheiro para construir tanto no país como no exterior para compradores de classe média.

Na Malásia, o plano do Country Garden era construir uma metrópole ecológica com campo de golfe, parque aquático, escritórios, bares e restaurantes. A empresa disse que Forest City acabaria sendo o lar de quase um milhão de pessoas.

Oito anos depois, fica como um lembrete estéril de que não é preciso estar na China para sentir os efeitos de sua crise imobiliária. Hoje, apenas 15% de todo o empreendimento foi construído e, segundo estimativas recentes, pouco mais de 1% do empreendimento total está ocupado.

Apesar de enfrentar dívidas de quase US$ 200 bilhões, Country Garden disse à BBC que está "otimista" de que o projeto completo será concluído.

'É estranho aqui'

Forest City foi considerada "um paraíso dos sonhos para toda a humanidade". Mas, na realidade, visava diretamente o mercado interno chinês, oferecendo às pessoas a oportunidade de possuir uma segunda casa no exterior. Afinal, os preços estavam fora do alcance da maioria da população local

Para os compradores chineses, a propriedade seria um investimento que poderia ser alugada a moradores locais, como Nazmi, ou usada como casa de veraneio.

projeto de Forest City

Crédito, COUNTRY GARDEN

Foi assim que a empresa Country Garden imaginou que Forest City seria.

Na realidade, a localização isolada de Forest City - construída em ilhas, longe da grande cidade mais próxima, Johor Bahru - afastou potenciais inquilinos e valeu-lhe o apelido local de "Cidade Fantasma".

"Para ser honesto, é assustador", diz Nazmi. "Eu tinha grandes expectativas para este lugar, mas foi uma experiência muito ruim. Não há nada para fazer aqui".

Forest City certamente transmite uma atmosfera estranha – parece um resort de férias abandonado.

Na praia deserta, há um parquinho infantil em mau estado, um carro antigo enferrujado e uma "escada para lugar nenhum" de concreto branco. Perto da água há placas alertando contra a natação por causa dos crocodilos.

No shopping construído, muitas lojas e restaurantes estão fechados – algumas unidades eram apenas canteiros de obras vazios. Há um trem infantil vazio dando voltas intermináveis pelo shopping enquanto toca uma música chinesa nos alto-falantes.

Escada em praia vazia

Uma "escada para lugar nenhum" chama atenção em uma praia deserta

Logo: BBC Lê

Podcast traz áudios com reportagens selecionadas.

Fim do Podcast

Ao lado, no showroom do Country Garden, há uma enorme maquete de cidade mostrando como seria uma Forest City concluída. Sentados na barraca de vendas, estão alguns funcionários que parecem entediados - a placa acima deles dizia: "Forest City. Onde a felicidade nunca acaba".

De longe, a maior atração aqui é a isenção de impostos. Na praia há pilhas de garrafas de bebida alcoólica descartadas e grupos de pessoas bebendo.

Quando a noite cai, Forest City fica totalmente escura. Os enormes blocos de apartamentos que pairam sobre o complexo contêm, cada um, centenas de apartamentos, mas não mais do que meia dúzia têm as luzes acesas. É difícil acreditar que alguém realmente viva aqui.

"Este lugar é estranho", diz Joanne Kaur, uma das poucas residentes que encontro. "Mesmo durante o dia, quando você sai pela porta da frente, o corredor fica escuro."

Ela e o marido moram no 28º andar de uma das torres - são os únicos em todo o andar. Assim como Nazmi, são inquilinos e, também como Nazmi, planeiam partir assim que possível.

"Sinto pena das pessoas que realmente investiram e compraram uma casa aqui", diz ela. "Se você pesquisasse no Google 'Forest City', não vai achar o que você vê aqui hoje."

corredor vazio em shopping

A maioria das lojas e restaurantes no shopping está fechada

Falar com pessoas na China que compraram unidades em Forest City não é fácil. A BBC conseguiu entrar em contato indiretamente com alguns proprietários, mas eles não quiseram se pronunciar, nem mesmo sob anonimato.

No entanto, há alguns comentários sugestivos nas redes sociais. Em um post elogiando o projeto, um comprador da província de Liaoning disse: "Isso é muito enganador. A atual Forest City é uma cidade fantasma. Não há pessoas. Está longe da cidade, tem instalações habitacionais incompletas e é difícil se locomover sem carro".

Outros perguntaram como poderiam obter o reembolso de sua propriedade, e um deles disse: "O preço da minha unidade caiu tanto que nem sei o que dizer".

Esse tipo de frustração está sendo sentido em toda a China, onde o mercado imobiliário vive um mau momento.

Depois de anos de empréstimos desenfreados às construtoras, o governo temeu a formação de uma bolha e impôs limites rigorosos em 2021. "As casas são para viver, não para especulação" era o mantra do líder chinês Xi Jinping.

Como consequência dessas medidas, grandes empresas ficaram sem dinheiro para concluir grandes projetos.

Em outubro, a Country Garden foi forçada a abandonar dois projetos na Austrália, vendendo um empreendimento inacabado em Melbourne e outro em Sydney.

Fatores políticos locais também contribuíram para a situação atual em Forest City. Em 2018, o então primeiro-ministro da Malásia, Mahathir Mohamad, restringiu os vistos para compradores chineses, citando sua objeção a uma "cidade construída para estrangeiros".

Alguns analistas também questionaram a sabedoria de construir um megaprojeto num país cujo ambiente político e econômico é instável. O atual governo da Malásia apoia o projeto Forest City mas, para um potencial comprador, não está claro quanto tempo isso irá durar e até que ponto.

Outras questões inesperadas, como as restrições de viagem da Covid e os controles sobre quanto dinheiro os cidadãos chineses poderiam gastar no exterior, prejudicaram especialmente projetos internacionais tocados por gigantes como a Country Garden.

"Acho que eles provavelmente foram longe demais, rápido demais", diz Tan Wee Tiam, da consultoria KGV International Property Consultants. "Antes de lançar um projeto extremamente ambicioso como esse, a lição a aprender é garantir que você tenha fluxo de caixa suficiente."

Recentemente, a imobiliária mais endividada do mundo, Evergrande, enfrentou uma audiência num tribunal de Hong Kong. No final, a empresa chinesa ganhou um prazo de seis semanas para chegar a acordo sobre um plano de reembolso com os seus credores, uma vez que o juiz adiou a audiência pela sétima vez.

Quando se trata da crise imobiliária da China, Forest City é um caso clássico de ambição versus realidade. Alguns fatores locais podem ter contribuído para a situação atual, mas fica claro que construir dezenas de milhares de apartamentos no meio do nada não é suficiente para convencer as pessoas a viverem ali.

No fim das contas, o destino de Forest City – e de centenas de projetos em toda a China – depende do governo chinês. No mês passado, houve relatos de que a Country Garden tinha sido colocada numa lista preliminar de empresas que receberiam apoio financeiro do governo chinês – embora a extensão desse apoio ainda não esteja clara.

No entanto, é pouco provável que pessoas como Nazmi regressem: "Definitivamente escolherei com mais cuidado na próxima vez", diz ele. "Mas estou feliz por ter deixado este lugar – agora tenho minha vida de volta."

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FUKUOKA A cidade de Fukuoka Pessoas amigáveis, frutos do mar fantásticos, lámen, o maior festival do Japão e natureza intocada

  • VISÃO GERAL
  • PALAVRAS-CHAVE
  • PRÓXIMO A CIDADE DE FUKUOKA

Pessoas amigáveis, frutos do mar fantásticos, lámen, o maior festival do Japão e natureza intocada

Não deixe de.

  • A cidade de Fukuoka tem uma das melhores comidas do Japão e é a terra do lámen tonkotsu
  • Fukuoka recebe o Dontaku, o maior festival do Japão, e inúmeros festivais menores
  • O tamanho compacto de Fukuoka faz dela um ótimo lugar para aproveitar tanto o mar quanto as montanhas

Como chegar

Fukuoka é facilmente acessível a partir de Tóquio e Osaka diretamente com o shinkansen ou pelo ar. Fukuoka possui boas conexões marítimas e aéreas com a Coreia do Sul e fica a um curto voo de distância de Taiwan e Xangai.

Os voos do Aeroporto Itami de Osaka até o Aeroporto de Fukuoka levam 1 hora e 15 minutos. A viagem de Shinkansen de Shin-Osaka até a Estação Hakata dura cerca de 2 horas e 20 minutos.

Um conto de duas cidades

cidade fantasma japao

O calor de Fukuoka, tanto da positividade dos locais quanto das temperaturas altas, levaram a cidade a ser chamada de Mediterrâneo do Japão. Na verdade, a cidade fica mais perto de Seul e Xangai do que de Tóquio, o que explica por que muitos dos turistas no Japão não irem a Fukuoka. No entanto, se você estiver procurando uma cidade mais relaxada para passar algum tempo além de Tóquio, Quioto ou Osaka, Fukuoka é ideal para você.

Deliciosos pratos de peixe e lámen

Fukuoka é conhecida em todo o Japão por sua comida boa e barata. Uma tigela de tonkotsu lámen aqui custará 280 ienes em alguns restaurantes, com as barracas yatai da rua atraindo multidões de japoneses e asiáticos. Se você é um fã de sushi e sashimi, então você precisa experimentar saba (cavala), uma especialidade de Fukuoka.

Diversão no festival

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Passeando nos arredores

A cidade tem um bom transporte público local, contando com um sistema de metrô rápido e ônibus locais com boas conexões. Para viagens mais regionais em Kyushu e no Japão, a Estação Hakata é o ponto principal, com um grande terminal de ônibus e a estação de trem bala da cidade de Fukuoka.

O aeroporto está convenientemente localizado, e chegar até o centro da cidade de metrô a partir do terminal doméstico leva apenas seis minutos. Há também serviços de ônibus regulares que vão ao aeroporto, conectando-o à cidade e ao restante de Kyushu.

Porta de entrada para Kyushu

cidade fantasma japao

Praias e montanhas de tirar o fôlego

A sede do governo de kyushu por cinco séculos.

Construído no século VII, a pacata cidade de Dazaifu já foi o coração administrativo de Kyushu. As ruínas dos escritórios do governo ainda estão aqui, assim como muitos dos principais templos e santuários, como Tenmangu e Kanzeonji. Tenmangu é o principal santuário dedicado aos eruditos e à sabedoria, e consagra Sugawara Michizane (845-903), considerado o deus do sucesso acadêmico. É aqui que os alunos que passarão por exames escolares vêm orar pelo sucesso.

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Época Negócios

Japão vende casas a us$ 500 para povoar "cidades fantasmas", em wakayama, zona rural do país, 18% das casas estão abandonadas.

  • Época NEGÓCIOS

Em Wakayama, zona rural do país, 18% das casas estão abandonadas (Foto: Getty Images)

Em Wakayama, zona rural do país, 18% das casas estão abandonadas (Foto: Getty Images)

Enquanto alguns países enfrentam a escassez de residências, o Japão vive uma realidade diferente: há um excesso de casas desocupadas nas áreas rurais do país. Uma pesquisa de babitação e terrenos do Japão mostrou que, em 2018, o número de imóveis vazios era de 8,49 milhões, um recorde, segundo o estudo. Dessa forma, criou-se o fenômeno das "vilas fantasmas" nas zonas rurais do país, onde as casas não podem ser derrubadas. 

Segundo o Business Insider , quase uma em cada cinco casas em diversas áreas está vazia. Com o objetivo de reverter esse cenário, o governo japonês está oferecendo incentivo, como casas a US$ 500, para atrair novos residentes e convencer moradores de centros urbanos a se mudarem para o interior, em regiões como Wakayama.

Entretanto, o projeto do governo pode não ser suficiente para reduzir a divisão cultural e as dificuldades burocráticas que a mudança para uma pequena cidade cria. Entre os obstáculos para o aumento populacional em zonas rurais está a falta de perspectivas econômicas. Essa é a principal queixa entre os japoneses mais jovens, por exemplo.

Para a Chris McMorran, professor associado no departamento de estudos japoneses da Universidade Nacional de Cingapura (NUS, na sigla em inglês), "o fato de haver tantas casas vazias é uma praga na paisagem e um impedimento adicional, porque as pessoas não querem viver em uma vila terminal cercada por 'casas fantasmas'."

Segundo um relatório recente da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Japão possui uma taxa de vacância de 14%, uma das mais altas do mundo. Nas áreas rurais, a taxa é de 16%. Outro fator é a taxa de natalidade no Japão, que tem apresentado tendência de queda desde os anos 1970. "Isso só vai piorar", afirma McMorran, "porque o cerne do problema é que não há gente suficiente para circular no Japão."

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As 20 principais Cidades do Japão

O Japão tem centenas de cidades grandes e milhares de cidades pequenas. A grande maioria das atrações do Japão são encontrados em áreas altamente urbanizadas. Neste artigo, vamos ver uma lista com as principais Cidades do Japão.

Nessas grandes cidades do Japão você encontra castelos, templos, santuários, jardins e outros locais tranquilos. Nessa lista vamos ver 20 grandes cidades que atraem turistas do país e do mundo inteiro todos os anos.

Tokyo [東京] - A capital do Japão

Tokyo é uma das maiores cidades do mundo. É um capital financeiro, político e cultural que é grande, densa e interessante. Você poderia passar sua vida inteira explorando Tóquio, que ainda não vai conhecer tudo o que essa cidade tem a oferecer.

Atrações tóquio

Kyoto [京都市] - A antiga capital

Kyoto era a capital do Japão há mais de 1000 anos. A cidade foi moldada por este período e é preenchida com centenas de templos, santuários, castelos e locais históricos .

Os anos de capital também deu a Kyoto uma certa sofisticação que se tornou sua característica definidora. Os alimentos, moda, artes e práticas culturais como a cerimônia do chá ajuda a fazer Kyoto um dos principais destinos do mundo.

Atrações quioto

Sapporo [札幌] - O norte do Japão

Sapporo é uma das maiores cidade do Japão e capital do Norte do país Hokkaido. A cidade tem mais de 2 milhões e se localiza na parte fria do país onde a queda de neve anual chega a 6 metros ou 19 pés.

Um destino muito popular para Snowboard ing, comidas, eventos e entretenimento. Por mais de 20 anos, os vôos de Tokyo para Sapporo foi o trajeto mais movimentado do mundo, com 7,5 milhões de pessoas voando por ano.

Sapporo

O artigo ainda está na metade, mas já recomendamos abrir para ler depois o seguinte:

As 20 principais cidades do japão

Osaka [大阪府] - A grande rival de tokyo

Osaka é a segunda maior cidade do Japão. É uma cidade histórica e comercial e isso moldou uma personalidade única na cidade. Enquanto a população de Tóquio é tímida e reservada, o povo de Osaka é extrovertido e direto.

A cidade está repleta de lojas e é o lar de muitas das maiores empresas do Japão. É também uma cidade viva conhecida pela sua gastronomia e vida noturna. Eu pessoalmente prefiro Osaka do que Tokyo.

Osaka

Yokohama [横浜] - A cidade vizinha de Tokyo

Yokohama é uma cidade localizada ao ao sul de Tóquio e tem 3,6 milhões de habitantes. A cidade tem uma atraente área repleta de museus, parques, restaurantes, lojas e uma arquitetura interessante.

Uma cidade beira mar e uma área histórica repleta de antigos edifícios de estilo ocidental. Aqui você encontra o famoso Minato Mirai e outros pontos de destaque que precisa estar no roteiro de sua viagem.

20 coisas para fazer em yokohama

Nara [奈良] - A cidade dos cervos

Nara é uma cidade perto de Kyoto, e já foi a capital do Japão entre o ano 710 a 784. Em muitos aspectos, a cidade ainda está congelado no século 8, com um número enorme de templos e locais históricos que datam essa época.

Os templos de Nara são grandes e impressionantes. Eles são dignos de uma antiga capital e representam a sofisticação e o início da cultura japonesa. Uma das coisas que se destaca em Nara é a enorme quantidade de cervos mansos vivendo nas ruas e atraindo turistas.

Nara

Naha [那覇] - Capital de Okinawa

As ilhas de Okinawa localizadas no sul do país tem uma cultura única e rica. Naha, capital de Okinawa, tem um ambiente tropical para curtir as praias e o mar. A cidade está cheia de interessantes e pequenos restaurantes, bares e atrações.

Okinawa assim como Hokkaido são um dos principais pontos turísticos do país. Aqueles que desejam aproveitar o calor e as praias cristalinas devem ir até Okinawa.

As 20 principais cidades do japão

Hiroshima [広島] - A cidade reconstruida

Hiroshima tem uma história negra como a primeira cidade atacada com uma arma nuclear, um evento que custou a vida de 90,000-166,000 pessoas e lançou o mundo na era nuclear.

Hiroshima atualmente é uma cidade animada com mais de um milhão de habitantes. A cidade também está perto do Santuário de Itsukushima, uma das principais atrações do Japão.

O bombardeio nuclear é lembrado em um excelente Parque Memorial da Paz . O aniversário do bombardeio é marcado a cada ano com uma cerimônia nagashi toro. Em Hiroshima você também encontra o famoso castelo da cidade.

Hiroshima lanterna cerimónia

Fukuoka [福岡] - A maior cidade de Kyushu

Fukuoka é a maior cidade de Kyushu, uma das grandes ilhas que forma o Japão. A cidade tem mais de um milhão e meio de habitantes com muito turismo a oferecer na região. Uma cidade indispensável para os visitantes de Kyushu.

Fukuoka foi selecionada como uma das 10 "Cidades Mais Dinâmicas" na edição de julho de 2016 da Newsweek. Fukuoka recebe mais de 2 milhões de visitantes estrangeiros anualmente, com uma grande parte vinda de seus países vizinhos.

Nakasu

Kobe [神戸] - A cidade cosmopolita

Kobe é uma cidade cosmopolita de 1,5 milhões de habitantes com uma elevada qualidade de vida próximo a Kyoto e Osaka. As três cidades em conjunto, representam uma área metropolitana de 18 milhões de pessoas conhecidas como a região de Keihanshin.

Kobe é considerado um importante centro econômico do país, e detém um dos maiores portos do Japão e do mundo. A cidade também é muito conhecida pelo seu próspero entorno urbano, onde sua paisagem é realçada pelo Monte Rokko.

Kobe

Kagoshima [鹿児島] - A cidade do vulcão

A cidade de 600.000 habitantes perto da ponta mais meridional das principais ilhas do Japão. Kagoshima tem um vulcão ativo em sua baía conhecido como Sakurajima que entra regularmente em erupções.

Além do vulcão você pode visitar o parque Sengan-en, amu plaza, tenmonkan, observatório de Shiroyama e outros. No fim do dia você pode relaxar no Parque Spa para pés de Sakurajima Nagisa.

Kagoshima

Himeji [姫路] - O famoso castelo

Uma grande cidade industrial localizada em Kansai que é conhecida por seu famoso Castelo de Himeji , amplamente considerado o melhor castelo do Japão. Um grande castelo original de 83 edifícios que tem uma história bastante interessante.

Como acontece com qualquer bom castelo é cercado de mitos e historias de fantasmas. A cidade tem cerca de 400 mil habitantes e fica próximo a região de Kobe e Osaka.

Himeji

Kanazawa [金沢] - Cidade sobrevivente

Kanazawa foi uma das poucas grandes cidades japonesas que escapou da destruição na Segunda Guerra Mundial. A cidade está repleta de atrações históricas, como templos, castelos, distritos gueixa e casas antigas dos samurais originais.

É também o lar de Kenrokuen, considerado um dos melhores jardins do Japão . A Moderna estação ferroviária da cidade, Estação de Kanazawa, tem uma arquitetura distinta que se adapta bem a cidade.

Kanazawa

Nagasaki [長崎] - A segunda bomba

Nagasaki é uma cidade com cerca de 450.000 habitantes na Ilha de Kyushu que é relativamente perto do continente asiático. A cidade tem uma longa história de intercâmbios comerciais e internacionais, mesmo em momentos em que o Japão foi isolado do mundo.

Influências portuguesas, holandesas e chinesas pode ser visto na arquitetura, festivais, comida e vida diária. O bombardeio atômico de Nagasaki em 9 de agosto de 1945 custou a vida de até 80.000 pessoas e resultou na destruição de grande parte da cidade. Assim como Hiroshima, a cidade tem um parque mundial da paz e um museu.

Nagasaki

Nagoya [名古屋] - Uma das maiores o Japão

Nagoya é uma potência industrial gigantesca que tem trabalhado duro para se tornar um centro cultural. Suas opções de restaurantes, entretenimento e vida noturna são fortes. A cidade tem feito muito para melhorar a sua qualidade de vida e suas raízes industriais.

Nagoya está entre as maiores cidades do Japão e tem uma boa quantidade de brasileiros. Nessa bela cidade você encontra o famoso castelo de Nagoya e muitos pontos turísticos de destaque que se aproxima de Tokyo e Osaka.

Nagoya

Hakodate [函館] - um destaque de hokkaido

A terceira maior cidade em Hokkaido com uma história interessante. Hakodate foi uma das primeiras portas abertas para o ocidente em 1859. Como resultado, a cidade está cheia de velhas casas ocidentais, igrejas e armazéns.

É uma cidade congelada no tempo que se parece com a América de 1800. Hakodate tem diversas atrações populares , como o famoso Goryokaku, uma fortaleza que tem um fosso em forma de estrela.

Goryokaku

Kurashiki [倉敷] - O belo canal

Uma cidade de meio milhão de pessoas que é conhecida por seus armazéns do século 17 que se localiza ao lado de um canal agradável. Ambas as partes velhas e novas de Kurashiki são atraentes.

A cidade é um dos pontos de partida da grande ponte Seto que liga a principal ilha do Japão com a ilha de Shikoku . A cidade tem quase meio milhão de habitantes e faz parte da província de Okayama.

Okayama

Nagano [長野] - A cidade das montanhas

Nagano é uma cidade cercada por montanhas com características geográficas que a tornam uma fortaleza natural. Isto resultou em uma longa história de batalhas na área. Na Segunda Guerra Mundial, um bunker subterrâneo enorme foi construído em Nagano mas nunca foi usado.

A cidade de Nagano acolheu os Jogos Olímpicos de Inverno de 1998 e está rodeado por excelentes pistas de esqui. É uma cidade agradável, com vários pontos históricos famosos, como Zenkoji, um templo do sétimo século.

As montanhas que cercam a província de Nagano são famosas e conhecidas como os Alpes japoneses . Aqueles que gostam de aventura devem visitar essa região e desbravar por um longo tempo suas montanhas.

Cidade de nagano

Okayama [岡山] - A cidade do momotaro

Okayama é uma cidade do sul com mais de 700.000 habitantes, a cidade é conhecida pelo seu castelo preto e o Korakuen, considerado um dos melhores jardins do Japão. A cidade fica perto da Kibi Plain, uma área repleta de templos que geralmente é explorada de bicicleta.

Okayama é a casa fictícia de Momotaro, uma das lendas mais famosas do Japão sobre um menino nascido de um pêssego que sai para lutar contra demônios em uma ilha com a ajuda de um cachorro, macaco e um faisão.

As 20 principais cidades do japão

Matsumoto [松本] - Um castelo em nagano

Matsumoto é uma cidade em Nagano conhecida pelo Castelo de Matsumoto, um castelo pitoresco. Acho que a foto abaixo explica tudo. E assim como as outras cidades, esta repleto de atrações, cultural e culinária local.

Matsumoto

Espero que tenham gostado desse artigo com as principais e melhores cidades do Japão. Se gostou não se esqueça de compartilhar e deixar seus comentários. Obrigado e até a próxima!

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Equipes masculina e feminina do Brasil jogarão na cidade de Utsonomiya, no Japão, de 3 a 5 de maio, em torneios com oito seleções cada, e apenas o campeão assegura cota em Paris 2024.

Brasil x Madagascar - Mundial 3x3

As seleções brasileiras masculina e feminina de basquete 3x3 conheceram seus adversários na disputa do segundo Torneio Classificatório Olímpico de Universalidade (UOQT2, na sigla em inglês) para os Jogos Olímpicos Paris 2024 , a ser realizado entre os dias 3 e 5 de maio na cidade de Utsonomiya, no Japão.

O Brasil competirá ao lado de sete seleções tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Apenas o campeão de cada torneio obtém vaga nos Jogos.

A equipe masculina ficou no grupo A, com Lituania, Letônia e Porto Rico. A chave B terá França, Mongólia, Japão e Egito. Os brasileiros obtiveram vaga por terem ficado na quarta colocação no Mundial realizado em 2023 .

Já a equipe feminina terá como rivais Alemanha, Japão e Áustria, também no grupo A. O B conta com Canadá, Holanda, Austrália e Quênia. O Brasil se classificou graças à prata na AmeriCup em Porto Rico.

Nos dois torneios, as equipes se enfrentam dentro dos grupos e as duas primeiras se classificam direto para as semifinais. Como citado acima, apenas os campeões do masculino e feminino asseguram vaga.

Como os Comitês Olímpicos Nacionais têm autoridade exclusiva sobre a representação de seus respectivos países nos Jogos Olímpicos, a participação dos atletas nos Jogos de Paris depende de seus CONs selecioná-los para representar sua delegação em Paris 2024.

ENTENDA | O sistema de classificação do basquete 3x3 para Paris 2024

Torneios Olímpicos terão oito países cada

O torneio de basquete 3x3 Olímpico terá apenas oito países em cada naipe. 

Os três melhores CONs do ranking mundial em 1º de novembro de 2023 asseguraram vaga aos Jogos Olímpicos: na disputa feminina, França, Estados Unidos e República Popular da China obtiveram cota; e no masculino elas foram para Sérvia, Estados Unidos e República Popular da China. 

As cinco vagas restantes serão distribuídas em três eventos classificatórios diferentes: um por cada torneio de universalidade - além do que acontecerá no Japão em maio, haverá um em Hong Kong no mês de abril, também dando assegurando uma vaga em cada gênero ao melhor CON classificado.

As três vagas restantes por cada gênero serão obtidas no Pré-Olímpico de Debrecen, na Hungria, de 23 a 26 de maio de 2024.

Após estrear nos  Jogos Olímpicos Tóquio 2020 , o basquete 3x3 em Paris 2024 realizará suas partidas entre 30 de julho e 5 de agosto na Praça da Concórdia, em Paris.

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